segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

"O Arco e a Lira" é o primeiro título da parceria entre a Cosac Naify e a Fondo de Cultura

Primeiro título da parceria entre a Cosac Naify e a Fondo de Cultura, 'O Arco e a Lira', do mexicano Octavio Paz, considerado por Julio Cortázar o melhor ensaio sobre poética, ganha nova tradução

A poesia e a revolução representavam para o poeta, ensaísta, diplomata e Nobel mexicano Octavio Paz (1914-1998) tentativas de destruir o tempo da história para instaurar um outro tempo. Mas o tempo da poesia, dizia, não é o da revolução. Em outras palavras, não é o da razão crítica, mas o tempo mítico, sagrado. Foi por acreditar que os poetas são como magos rebeldes, sempre dispostos a apontar uma saída de emergência num mundo em crise, que Paz escreveu O Arco e a Lira, classificado por Julio Cortázar, mestre da literatura argentina, como o melhor ensaio sobre poética já escrito na América. É de Cortázar, aliás, a carta escrita em Paris, em julho de 1956, que abre o livro, fora de catálogo há muitos anos no Brasil e primeiro título da parceria entre a Cosac Naify e a Fondo de Cultura Económica, editora criada pelo governo mexicano, em 1934, que tem em catálogo 9 mil obras.

O livro será lançado na quarta-feira, às 19 horas, no auditório do Instituto Cervantes de São Paulo (Avenida Paulista, 2.439, telefone 3897-9609) com debate que reunirá Celso Lafer, da Academia Brasileira de Letras, Danubio Torres Fierro, editor da Fondo de Cultura Económica no Brasil, e Laura Greenhalgh, editora executiva do Estado. E há muito o que discutir, escreve o antropólogo colombiano Carlos Granés na página ao lado, especialmente a crítica da razão totalitária feita por Paz e sua crença numa das ideias fundamentais de Ortega y Gasset, a de que o ser humano não tem natureza, mas história. O homem, segundo Paz, se criou ao criar a linguagem, tornando-se uma metáfora de si mesmo ao separar-se do mundo natural.



Veja matéria completa: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,a-poesia-como-saida-de-emergencia,970687,0.htm


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

La Gaceta FCE - Dezembro 2012





SUMARIO DICIEMBRE 2012

CHILE. DE LA NIEVE DEL SUR VENGO A CANTARTE


Ornitología. ÓSCAR HAHN. 03
Cartón. PALOMO. 06
¿Viaja sola? LINA MERUANE. 07
México bordado en el centro del corazón. PAULA CARRASCO. 10
El viaje de promoción. CYNTHIA RIMSKY. 12
Las dos (o más) culturas de Nicanor Parra. PATRICIO TAPIA. 14
El fulgor del estrago. JULIO TRUJILLO. 16
Wenceslao Roces y Pablo Neruda: Apuntes sobre una amistad. RAFAEL VARGAS. 19
A Oreste Plath no hay quien lo pare…CECILIA GARCÍA HUIDOBRO. 21
La memoria y el origen como utopía. Jorge Teillier, estrella del sur. CLAUDIA POSADAS. 23
En batalla de sencillez. PEDRO PABLO ZEGERS B. 25
Las mil palabras que dice una imagen. PALOMA VALDIVIA. 27
Novedades de diciembre. 29
Capitel. 29
Chávez Castañeda y los prodigios de la infancia. SANDRA LICUONA. 31

http://www.fondodeculturaeconomica.com/subdirectorios_site/libros_electronicos/Gacetas/nov_2012/index.html